segunda-feira, 11 de outubro de 2010
A Praça
Meus restos prosseguiram e em praça pública, se aliançaram, mais uma vez, ao causador daquelas enchentes dos meus olhos de outrora...
É temeroso. Perigoso. Mas, o que não é?
O meu instante agora é composto por fragmentos do que se foi e do que será.
Sem maiores explicações e razões, o corte lateral da realidade que vejo, às vezes me apavora. Esta praça pública, na qual estou sentada agora a escrever, é o meu refúgio e incoerentemente o inimigo que, sem piedade mexe em minhas feridas. Faz-me ruínas e dá-me repouso. Faz-me vítima e assassina.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Quem sou
domingo, 19 de setembro de 2010
Papel e Alma
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Ir
Às vezes a covardia se vê obrigada a se tornar coragem, por intermédio de elementos externos.
domingo, 5 de setembro de 2010
Mudez
No entanto, acho que eu ainda não entenderia estes mistérios mentalmente.
O jeito é continuar muda e respirando.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Estranho
A serenidade que outrora me embriagava, como por abdução extirpou-se.
O convergente divergiu-se.
A lua perdeu espaço para outros pontos brilhantes.
Por vezes, o sonho sente-se intimidado.
Mas, é forte.
Vivo.
Talvez, por isso sangre tanto.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Muito e Pouco. Máximo e Mínimo.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Crise
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Mais Alma
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Não quero Dormir...
domingo, 20 de junho de 2010
Se Eu fosse Eu...
_Se eu fosse eu, o que eu faria agora?
terça-feira, 15 de junho de 2010
A Guerra de Dois
segunda-feira, 14 de junho de 2010
A Dor x A Mor
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Silêncio...
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Na distração virei música....
Abelha
domingo, 6 de junho de 2010
Tudo colorido
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Espelhos

Foi aí que a leveza de outrora passou a se transformar nas constantes dores de tensão. O que era um fácil “sim” se transformou em “não”, quando se tornaram espelhos, e não mais viam um ao outro, apenas se viam. Cada um a si mesmo.
Ela procurava e não enxergava. Ele não percebia que ela não tinha visto. Ela procurando ele, ele pensando ser desvalorizado por ela. Mas ele estava ali e ela também.
E os “sims” se tornaram escassos. Sem contar que havia o frio que pede aconchego. E quanto mais “nãos” ressoavam mais ríspidos se desejavam, com poucos sorrisos.
Tudo isso porque se tornaram espelhos e só queriam se ver refletidos. Só porque críticos e rígidos desejaram ter o que já eram.
Foi aí que perceberam que ninguém telefona para si mesmo, nem tão pouco envia flores para o espelho.
Era preciso parar de ver o reflexo, para conseguir enxergar.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Intervalo


















